A intensidade da dor pélvica é igual para todas as mulheres?

Conviver com a dor é uma missão ingrata, qualquer que seja a área afetada. Quando atinge a região da pelve, causa um desconforto na porção inferior do tronco.

Em pacientes do sexo feminino, a dor pélvica pode estar relacionada a uma série de causas, relacionadas aos sistemas digestivo, urinário ou reprodutor. Pode também ser um sinal de alerta para a presença de endometriose.

Mas fica a dúvida: a intensidade da dor pélvica é a mesma para todas as mulheres? No post de hoje, nós também vamos falar sobre o tratamento para amenizar esse incômodo.

Entenda a dor pélvica

Em primeiro lugar, é importante esclarecer que a intensidade da dor pélvica é variável: de manifestações leves, moderadas até a condição crônica, quando os sintomas persistem por mais de quatro meses.

Nas mulheres, as dores da região da pelve normalmente estão associadas ao período menstrual, ou seja, ocorrem um pouco antes ou mesmo durante o ciclo. Ou seja, este é um incômodo que pode se repetir todos os meses.

Conforme o caso, o desconforto pode aparecer repentinamente ou ainda ir aumentando aos poucos. Cita-se ainda a possibilidade de manifestações irregulares, em que a dor vai e volta em um curto intervalo de tempo.

Tudo o que você precisa saber sobre o quadro crônico

Agora que você já entendeu que a intensidade da dor pélvica pode variar, falemos sobre a sua manifestação mais grave: o quadro crônico, no qual o desconforto é tão grande que a paciente pode ficar temporariamente incapacitada de exercer suas atividades

Além de afetar a mobilidade física, a dor pélvica crônica também influencia o psicológico da mulher. Sem conseguir levar uma vida normal, ela tende a se sentir angustiada e sem esperança, o que pode favorecer o surgimento da depressão.

É comum ainda que a paciente apresente alterações alimentares e também dificuldades para ter uma boa noite de sono. A longo prazo, quem sofre com dores na região da pelve também está sujeita a desenvolver problemas de postura.

Qual o tratamento?

Uma vez que você tenha febre, sangramentos fora da menopausa, náuseas e calafrios, associados a dor intensa, procure um especialista imediatamente. Só ele está habilitado a emitir o diagnóstico.

A prescrição do tratamento mais adequado vai depender da análise de alguns fatores. Um deles é a intensidade da dor pélvica: em quadros mais leves ou moderados, o uso de remédios e sessões de fisioterapia, com exercícios para fortalecer o assoalho pélvico, podem surtir grandes resultados para amenizar o desconforto.

Em alguns casos, pode ser indicada a realização de uma cirurgia, mas este é um procedimento que possui restrições, mesmo porque a sua eficácia não é a mesma para todas as pacientes.

Igualmente importante é identificar a causa das dores, pois serão necessários medicamentos específicos para conter o problema. Pode ser necessária, inclusive, a intervenção de uma equipe médica multidisciplinar.

Como você viu, a intensidade da dor pélvica é variável, porém os incômodos podem ser significativamente diminuídos. Compartilhe esse texto em suas redes sócias para ajudar outras mulheres na mesma situação!

Desde a vida acadêmica, acompanhando Dr. Antonio Travessa – referência em Cirurgia ginecológica – Dr. Marcos Travessa desenvolveu especial interesse pelo Tratamento cirúrgico avançado de patologias ginecológicas. Sempre buscando o aperfeiçoamento da técnica cirúrgica, após sua formação ginecológica, especializou-se em cirurgia geral, momento que teve contato com a cirurgia videolaparoscópica. A partir desse instante, dedicou-se a especializar-se, dia a dia, no tratamento cirúrgico pela via videolaparoscópica, no intuito de e atenuar o sofrimento de mulheres portadoras de endometriose severa, mioma, adenomiose dentre outras doenças, utilizando tecnologia avançada na cirurgia.

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