Marque a sua Consulta

07/12/2017

Você sabe qual a diferença entre mioma, cisto e pólipo?

Por definição, mioma, cisto e pólipo são alterações geralmente benignas com maior incidência em mulheres na idade reprodutiva. São comuns no cotidiano de muitas mulheres e tem quadros clínicos semelhantes, tais como aumento do sangramento menstrual e cólicas abdominais.

Abaixo, conheça melhor e saiba identificar as diferenças de cada uma delas:

Mioma

mioma

O mioma é um tumor benigno derivado do músculo liso do útero, muito frequente em mulheres com mais de 35 anos de idade. Ele é mais comum em mulheres com descendência afro-americana e é provável que exista uma predisposição genética para o aparecimento desse tipo de tumor. O mioma se desenvolve durante a idade reprodutiva devido ao aumento na produção hormonal (mais especificamente devido à produção de estrogênio – típico hormônio feminino), sendo que é comum ocorrer regressão desse tumor após a menopausa. Ele pode apresentar uma grande variação em seu tamanho e é classificado de acordo com a sua topografia: submucoso (próximo a camada interna do útero), intramural (dentro da camada muscular do útero) ou subseroso (localizado na camada mais externa do útero).

Sintomas: A maioria das mulheres portadoras de mioma são assintomáticas. Entretanto, dependendo do tamanho e da localização dos miomas, pode ocorrer sangramento uterino anormal, dor pélvica e até mesmo dificuldade para engravidar. O sangramento ocorre durante a menstruação, promovendo um aumento na duração e na quantidade do fluxo menstrual.

Pólipo

polipo

O pólipo é caracterizado por ser uma estrutura amolecida e corpulenta, que pode estar presente dentro do corpo do útero (pólipo endometrial) ou no colo do útero (pólipo endocervical). Ele é derivado do crescimento de glândulas endometriais e de estroma (tecido fibrótico que reveste essas glândulas). Pode ocorrer em qualquer idade, sendo muito comum em mulheres que apresentam sangramento uterino anormal (prevalência entre 10-30%). O pólipo pode aparecer como uma lesão única ou múltipla e seu tamanho podem variar muito (desde milímetros até vários centímetros). Na grande maioria dos casos, o pólipo é benigno, porém, em cerca de 1-2% dos casos, pode ocorrer uma degeneração maligna (mais comum em pacientes com idades mais avançadas ou usuárias de Tamoxifeno). Diversos estudos correlacionam a presença dos pólipos com infertilidade. Não se sabe ao certo o motivo pelo qual isso acontece, porém ocorre um aumento no número de gestações em pacientes que realizaram a retirada cirúrgica do mesmo.

Sintomas: Pode não causar sintomas, porém o mais comum é ocorrer aumento do fluxo ou da duração da menstruação associada a cólicas abdominais. Em alguns casos, a infertilidade pode estar presente. A preocupação a respeito do pólipo aumenta quando ele aparece após a menopausa, pois a chance de transformação maligna é maior, sendo indicado, nesse caso, retirá-lo. Sempre deve ser levantada essa hipótese em mulheres que apresentam sangramento vaginal após a menopausa (além de pensar em câncer de endométrio ou atrofia endometrial).

Cisto

cisto

O cisto, ao contrário do mioma e do pólipo, normalmente aparece no ovário e pode ter uma taxa maior de malignização. A sua incidência aumenta em mulheres jovens, principalmente dos 20 aos 35 anos de idade. Existem diversos tipos de cistos ovarianos, sendo que os mais comuns são os cistos funcionais benignos (que regridem espontaneamente), os teratomas e os endometriomas. É fundamental que seja realizada uma avaliação ultrassonográfica adequada, com identificação do tamanho e do fluxo de sangue ao redor do cisto. Além disso, muitos médicos optam pela coleta de exames laboratoriais (chamados de marcadores tumorais) para acompanhar o crescimento de alguns cistos.

Sintomas: A maioria das mulheres portadoras de cistos ovarianos é assintomática. Os sintomas tendem a aparecer quando o cisto atinge grandes dimensões, gerando dor e sensação de pressão na região pélvica. O cisto ovariano sempre deve ser avaliado por um especialista devido ao risco de se tratar de alteração maligna ou até mesmo ser um indicativo de endometriose (quando ela acomete o ovário, é comum ocorrer a formação de um cisto chamado de endometrioma).

Esses tipos de tumores benignos, se não tratados de forma correta, podem virar malignos. Portanto, a frequência anual e preventiva ao seu ginecologista é fundamental para evitar maiores problemas no futuro.

Essas e outras informações atuais você encontra aqui no nosso blog, se cadastre na nossa newsletter.

Fonte: Bedmed

#MaisLidas

17/12/2018

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipiscing elit

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Etiam eget mi tellus. Pellentesque lacinia congue tempus. Aenean eros nulla, lobortis et augue vel, aliquet posuere ligula. Vivamus sit amet ipsum lobortis, pulvinar nulla mollis, semper nisi. Donec iaculis nec sapien consequat.

17/12/2018

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipiscing elit

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Etiam eget mi tellus. Pellentesque lacinia congue tempus. Aenean eros nulla, lobortis et augue vel, aliquet posuere ligula. Vivamus sit amet ipsum lobortis, pulvinar nulla mollis, semper nisi. Donec iaculis nec sapien consequat.

17/12/2018

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipiscing elit

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Etiam eget mi tellus. Pellentesque lacinia congue tempus. Aenean eros nulla, lobortis et augue vel, aliquet posuere ligula. Vivamus sit amet ipsum lobortis, pulvinar nulla mollis, semper nisi. Donec iaculis nec sapien consequat.

Receba dicas para
cuidar da sua saúde