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29/06/2018

Como a menopausa afeta a endometriose: entenda, de uma vez por todas, essa relação

Doença que, via de regra, afeta as mulheres que estão em período reprodutivo, a endometriose tende a regredir ou até mesmo cessar após a chegada da menopausa.

Embora este seja, de fato, o caminho mais comum quando se trata deste distúrbio ginecológico, ele pode sim, se manifestar em pacientes mais idosas. É o que vamos explicar neste artigo.

Entendendo a endometriose

Apesar de poder provocar algumas complicações à saúde da mulher – sendo a infertilidade a mais grave destas consequências – é importante esclarecer que a endometriose não possui natureza cancerígena.

Essa é uma doença que ocorre, fundamentalmente, quando o endométrio – nome dado ao tecido que reveste o útero – cresce de maneira desordenada, fazendo com que seus fragmentos se alojem em qualquer outra região do corpo da mulher.

A partir de então, estes pedaços de tecido, que podem ser transportados pela corrente sanguínea, multiplicam-se e provocam sangramentos, que resultam em dores muito fortes – não raramente insuportáveis – para a paciente.

É importante ressaltar ainda que a endometriose não tem cura, mas, quando submetida ao tratamento adequado, os sintomas podem ser amenizados drasticamente.

Por que as manifestações da endometriose tendem a diminuir durante a menopausa?

Em essência, o aparecimento da endometriose é estimulado pela ação do estrogênio, um dos hormônios produzidos pelo ovário. Quando se chega a menopausa, porém, a produção dessa substância cessa, o que realça a tendência de melhora espontânea desse quadro.

Em muitos casos, inclusive, a paciente pode ser dispensada da necessidade de continuar o tratamento. Por outro lado, faz-se a ressalva de que, embora em menor escala, a gordura armazenada no corpo também pode liberar o estrogênio, o que torna ineficaz a recomendação de retirada dos ovários.

Ainda que, de maneira mais rara, a endometriose também pode reaparecer no período pós-menopausa em decorrência do tratamento de reposição hormonal. Na literatura médica, há casos em que a doença foi registrada em mulheres na faixa dos 70 anos.

Afinal de contas, quando devo ficar alerta?

Entre os principais sintomas estão as cólicas menstruais, dores abdominais ou durante as relações sexuais, nas quais ocorre a penetração. Dificuldades para urinar ou defecar também servem como um sinal de alerta.

Todavia, a maioria das mulheres só acaba se dando conta de que possui endometriose quando enfrentam problemas para engravidar. Um aspecto paradoxal, quando se analisam os casos da doença, é que a intensidade das dores, não podem, de forma alguma, servir como termômetro para a evolução da doença.

Em outras palavras, ainda que você apresente algum destes sinais de maneira mais frequente ou até mesmo agressiva, isso não significa que esse distúrbio já se encontra em estágio avançado. Lembre-se também que a endometriose pode ser assintomática.

O único modo de diagnosticá-la com segurança é submetendo-se aos procedimentos indicados pelo seu médico. Vários exames podem ser solicitados, sendo a laparoscopia – no qual é feita uma pequena incisão abdominal a procura de lesões, seguida da posterior coleta de material para análise – o mais eficiente deles.

Ao atualizar esse blog, a nossa intenção é conscientizar as mulheres sobre a importância dos cuidados com a saúde. Ao menor sinal de anormalidade, procure o seu médico. Continue navegando pelo nosso site para ter acesso a mais conteúdos importantes e escreva-nos, sempre que tiver alguma dúvida!

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