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21/07/2018

Qual a relação entre endometriose e infertilidade?

Para muitas mulheres, ser mãe é um projeto de vida. Algumas, porém, têm esse sonho retardado em decorrência de uma doença que acomete pacientes que se encontram no período reprodutivo.

A associação entre endometriose e infertilidade ainda não foi completamente desvendada pelos médicos, mas as portadoras dessa patologia, em alguns casos,apresentam chances bastante remotas de desenvolver uma gestação.

Em contrapartida, é importante frisar que, mesmo nestas condições, uma gravidez não é totalmente inviável.A reversão deste cenário é possível a partir do instante em que a paciente passa a ser acompanhada por um profissional especializado.

Nesse post, vamos fornecer orientações importantes para quem está vivenciando esse dilema.

Endometriose, o mal da mulher moderna

Conhecida como o “mal da mulher moderna”, a endometriose ocorre quando partes do tecido que reveste o útero, chamado de endométrio, se espalham por outras regiões do corpo, em decorrência de um crescimento desordenado.

Via de regra, esses fragmentos se alojam pelo peritônio, ao longo da cavidade abdominal. Em casos mais graves, porém, podem ser encontrados resquícios na bexiga e no intestino.

Mediante a ação do estrogênio, hormônio da menstruação, eles são estimulados e provocam sangramentos e reações inflamatórias, desencadeando um grande incômodo à paciente.

Como os seus sintomas se assemelham aos de uma cólica, não raramente a endometriose é diagnosticada tardiamente, causando danos – por vezes, irreversíveis – ao organismo da mulher.

A endometriose não tem cura, mas as suas manifestações tendem a ser drasticamente amenizadas naturalmente, com o início da menopausa. Embora este seja o prognóstico mais comum, mulheres de mais idade ainda podem apresentar a doença.

Como endometriose e infertilidade se relacionam?

Pode-se dizer que a endometriose favorece a ocorrência de infertilidade, à medida que a inflamação provoca alterações anatômicas, que “danificam” as tubas uterinas.

Isso é explicado graças ao aparecimento de aderências, que fazem com que as trompas fiquem “grudadas” em outros órgãos, prejudicando o transporte do óvulo até o útero.

Além disso, as células da endometriose também impactam sobre o sistema imunológico, fragilizando as defesas de nosso organismo. Cita-se ainda a interferência da endometriose no processo de desenvolvimento do embrião, podendo, inclusive, favorecer a ocorrência de um aborto espontâneo.

Qual o tratamento ideal?

Retomando o esclarecimento feito no início do texto, a endometriose prejudica, porém, não inviabiliza por completo a ocorrência de uma gravidez.

Na hora de determinar qual o tratamento para endometriose mais adequado para cada paciente, vários fatores precisam ser considerados, como, por exemplo, a idade da mulher, o estágio da doença e os órgãos que foram acometidos.

Nos casos de endometriose leve ou moderada, pode-se optar pelo tratamento clínico, com uso de medicamentos via oral ou injetáveis. Na contramão, quando a patologia se manifesta de maneira mais agressiva, a videolaparoscopia – procedimento cirúrgico – é mais eficaz.

A evolução do quadro é determinante. Em alguns casos, a mulher só consegue realizar o sonho de ser mãe se fizer uso das técnicas de fertilização in vitro.

Antes de encerrar, vale lembrar que, ao constatar a suspeita de endometriose, a mulher deve, imediatamente, procurar um ginecologista de sua confiança. A negligência pode desencadear consequências devastadoras, tanto fisicamente quanto na esfera psicológica.

Esperamos que, com esse post, você tenha compreendido melhor a relação entre endometriose e infertilidade. Se curtiu esse conteúdo, compartilhe-o nas redes sociais para ajudar a propagar informação de qualidade.

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