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15/09/2018

Por que as aderências pélvicas incomodam tanto?

Sem qualquer exagero, as chamadas aderências pélvicas constituem um dos principais pesadelos para portadoras de endometriose,embora seja válido ressaltar que esta não é uma condição estritamente relacionada a este quadro clínico.

Em outras palavras, qualquer mulher – mesmo aquelas que não apresentam histórico da doença – pode desenvolver essas faixas de tecidos que dificultam a mobilidade dos órgãos, fazendo com que dois ou mais deles fiquem grudados.

As consequências dessa anomalia são as mais incômodas possíveis. Nesse post, elencamos tudo o que você precisa saber para amenizar o sofrimento provocado pelas aderências pélvicas.

Afinal, como surgem as aderências pélvicas?

As aderências pélvicas normalmente surgem como sequela de alguma doença:além da endometriose, quadros de apendicite, diverticulute, colecistite (infecções no apêndice, cólon e vesícula biliar, respectivamente) também podem favorecer o aparecimento.

É válido reiterar que a complexidade dessas formações está diretamente atrelada ao estágio da doença de origem. As pacientes que já se submeteram a uma cirurgia abdominal ou sofreram algum trauma também integram o grupo de risco.

Não se descarta também a incidência de fatores genéticos. Para ilustrar de maneira simples o efeito de uma aderência, imagine que entre os vãos de seus dedos foi usada uma cola superpotente, cuja ação impede que eles se desgrudem sozinhos.

 Quais são os sintomas e complicações?

Basicamente, é possível suspeitar da formação de aderências a partir das dores que a paciente relata. Na região da pelve, os incômodos tornam-se mais intensos quando um órgão se encontra fora do lugar, “burlando” a estrutura do sistema. O mesmo se aplica às situações em que ele se fixa em uma posição anormal.

Vale a ponderação de que as aderências que se originam no sistema reprodutor podem desencadear inúmeros riscos para as mulheres que tem o sonho de ser mãe.

Ao redor das trompas uterinas, essas formações favorecem a ocorrência de uma gestação ectópica.

Como tratá-las?

A maneira mais eficaz de detectar e remover as aderências pélvicas é se submeter a um procedimento minimamente invasivo. Por meio da videolaparoscopia, é possível confirmar a suspeita, determinar a localização exata e, o mais importante, removê-las.

Por outro lado, faz-se aqui a importante ressalva de que, com o passar do tempo, essas anomalias se tornam mais rígidas. Conforme o estágio, é possível que até mesmo o médico tenha dificuldade para determinar a extensão exata de cada órgão.

Para as pacientes que precisarem fazer uma operação, lembramos que já existem produtos no mercado para inibir o aparecimento de aderências resultantes de cirurgia. Nestes casos, as substâncias devem ser aplicadas pela equipe médica durante a própria intervenção. Vale a pena questionar um especialista a esse respeito!

E você? O que achou das nossas orientações sobre aderências pélvicas? Já viveu ou conhece alguém que esteja enfrentando esse dilema? Compartilhe sua experiência nos comentários.

O seu depoimento pode encorajar muitas outras mulheres que estejam passando por essa mesma situação. Até a próxima!

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