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31/10/2018

Endometriose no intestino: principais sintomas e tratamentos!

Doença de difícil diagnóstico, a endometriose é uma inflamação crônica que se caracteriza pela presença de tecido endometrial fora do útero: ao invés de serem expelidos pela menstruação, eles acabam sendo levados para outras partes do corpo.

Embora acometa especialmente os órgãos da região pélvica, essa é uma condição que pode comprometer outros órgãos. O foco deste post é a endometriose no intestino. O que você sabe a respeito? Continue a leitura, mas lembre-se: este post não substitui uma consulta médica!

Quais os sintomas da endometriose no intestino?

As manifestações da endometriose no intestino possuem intensidade variável: há casos em que a rotina da paciente é pouco afetada, noutros a mulher torna-se incapaz de executar suas atividades diárias.

De qualquer maneira, devem acender o sinal de alerta as mulheres que perceberem uma prisão de ventre e/ou diarréia, dor para evacuar, sangue nas fezes, sintomas estes relacionados ao período menstrual.

A presença de sangue nas fezes, especialmente durante o período menstrual, é outro fator que merece atenção. Destaca-se, ainda, a ocorrência de sangramentos por via anal.

Apresentando qualquer um desses sintomas, procure um médico de sua confiança imediatamente. Para confirmar o diagnóstico, o especialista recorre aos exames de imagem específicos para a detecção da doença.

Como é o tratamento da endometriose no intestino?

Para decidir o tratamento mais adequado para a endometriose no intestino, o especialista avalia, prioritariamente, o grau de comprometimento do órgão. Nem todo caso é cirúrgico podendo a reeducação alimentar, acompanhamento nutricional, mudanças de hábito de vida e medicação aliviarem os sintomas.

Na contramão, em seu estágio mais avançado, a endometriose no intestino pode levar a obstrução do órgão por inteiro.  Nesse momento, um acompanhamento multidisciplinar com um coloproctologista, que deve solicitar exames específicos para a localização precisa das lesões.

Com os resultados em mãos e também levando em conta a história individual de cada paciente, a equipe médica vai definir a técnica de correção mais apropriada. Nas situações mais complexas, a retirada de uma poção do intestino pode ser inevitável. Noutros casos, também pode ser feita a raspagem para a eliminação dos focos.

Após os procedimentos, quais os cuidados?

Depois que o procedimento tenha sido executado, é importante que a paciente continue se submetendo ao acompanhamento multidisciplinar. Primeiro, para monitorar o possível reaparecimento dos focos, por meio da realização de exames regulares.

Em segundo lugar, é válido salientar que o formato anatômico e a capacidade do intestino também são alterados por conta da intervenção. Além disso, pode ser necessário o deslocamento de parte do intestino para a região do abdome, em um processo conhecido como ostomia, em casos mais raros.

Com isso, é recomendável o acompanhamento permanente com um coloproctologista, para que a paciente receba todo o suporte necessário. Ademais, é importante lembrar que as mulheres com endometriose no intestino também podem apresentar a existência de focos em outras partes do corpo.

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